CHSL participa de oficina que trabalha a questão da redução da mortalidade materna

29/04/2026

Profissionais de saúde do Complexo Hospitalar Samuel Libânio (CHSL) participaram da oficina Estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia (0MMxH) realizada em Alfenas neste final de semana. O evento contou com a participação da equipe assistencial, incluindo médicos e enfermeiros.

A coordenadora de Enfermagem da UTI Infantil do CHSL, Leila Cristina dos Santos Vieira, explica que a Estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia (0MMxH) é uma iniciativa desenvolvida pelo Estado de Minas Gerais em parceria com o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), com o objetivo de reduzir a mortalidade materna, especialmente por hemorragias obstétricas, que é uma das principais causas de óbitos evitáveis.

As ações incluem a realização de oficinas, como essas que os profissionais do CHSL participaram em Alfenas, voltadas à capacitação de gestores e profissionais de saúde, com foco na prevenção, diagnóstico precoce e manejo adequado da hemorragia pós-parto. Essas oficinas vêm sendo realizadas em diferentes regiões do estado, como na Cidade Administrativa, no Vale do Jequitinhonha (Araçuaí e Diamantina) e em Uberaba, fortalecendo a qualificação da assistência obstétrica.

Visita ao CHSL

No dia 24 de abril, o CHSL recebeu a visita dos instrutores da oficina Estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia, que foram recebidos pela diretora administrativa, Jusselma Reis, do diretor técnico, Dr.Saulo Lamas, da Dra. Silvania de Cássia Vieira Archangelo, representante da coordenação do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia, da supervisora da área de Cuidado Materno, enfermeira Jamila Leal de Melo, além das equipes do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e da Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS).

A oficina reforça o compromisso institucional com a qualificação da assistência e a segurança materna. Durante os encontros, são desenvolvidas atividades teóricas e práticas, incluindo simulações realísticas, análise de indicadores, discussão de casos clínicos e elaboração de planos de ação institucionais. Também há destaque para a organização do fluxo assistencial, estratificação de risco das gestantes, padronização de protocolos e melhoria na coleta de dados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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