Atividades conscientizam funcionários e acadêmicos sobre higienização das mãos no CHSL

05/05/2026

O Complexo Hospitalar Samuel Libânio comemora nesta terça-feira, 5 de maio, o Dia da Higienização das Mãos com atividades que contam com a participação de profissionais de saúde e acadêmicos da Univás. “Falamos de controle de infecção hospitalar, com foco na higiene das mãos. Profissionais que trabalham no ambiente hospitalar têm que realizar a técnica corretamente para prevenir infecções, garantir segurança e qualidade na assistência do paciente”, explica farmacêutico Gilson de Oliveira Lopes, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar/Epidemiologia do CHSL.

A promoção da higiene das mãos é feita de forma constante no complexo hospitalar, juntamente com outras medidas de prevenção. “O tema é muito importante porque a higienização das mãos promove uma assistência segura para o paciente que está em um período crítico de internação e também promove um cuidado seguro para aquele profissional que está executando as ações de assistência. A higienização das mãos é um ato tão simples, tão fácil de ser executado, e que deve ser muito trabalhado dentro do ambiente assistencial. A higienização das mãos tem que ser hábito na vida das pessoas, então isso tem que ser trabalhado desde a educação básica nas escolas. A higienização das mãos é a medida mais simples, mais barata e mais eficaz para prevenir as infecções relacionadas à assistência. Ela é a forma mais eficaz na prevenção das diversas infecções relacionadas à assistência à saúde, vírus, bactérias e fungos”, ensina Gilson.

Formas corretas de higienizar as mãos

Todos os funcionários do CHSL são treinados e capacitados para usar as técnicas de higienização das mãos. A higienização pode ser feita de duas formas utilizando água e sabão ou usando álcool 70%. O álcool 70% é indicado quando as mãos não estiverem visivelmente sujas. “Use água e sabão se as mãos apresentarem sinais de contaminação e sujeira. Primeiro, esfregue as palmas das mãos, posteriormente o dorso das mãos, polegares, articulações, pontas dos dedos e punhos. A técnica usada nas duas formas é a mesma e segue as normas da Organização Mundial da Saúde. Por isso, aconselho que mesmo fora do ambiente hospitalar, as pessoas façam a correta higienização das mãos que é fundamental para prevenção das infecções, de doenças respiratórias, diarreias, infecções de pele, e contaminação por outros microrganismos presentes no nosso dia a dia”, ensina Gilson.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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