Lideranças da Universidade do Vale do Sapucaí (Univás) participaram do maior Fórum de Ensino Superior da América Latina (FNESP) nos dias 16 e 17 de setembro em São Paulo. Participaram do fórum, o reitor da Univás, professor José Dias da Silva Neto, a vice-reitora e pró-reitora de Graduação da Univás, professora Joelma Pereira de Faria Nogueira; a pró-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários e diretora da Unidade Central da Univás, professora Sílvia Mara Tasso; e o pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da Univás, professor Atílio Catozzo Sales; e o diretor da Unidade Fátima, Jair Pinto de Assis Júnior.

“Integramos o seleto grupo de educadores do Brasil e da América Latina que participaram do fórum que fez uma reflexão consciente para educadores do tema ‘De um caminho consolidado a múltiplas direções’, que destacou e discutiu o sentido de estarmos em um ‘ponto de não retorno da educação superior’”, contou o reitor José Dias (foto abaixo).

Destaque também para o professor Marcelo Augusto Scudeler (foto abaixo), docente do Programa de Pós-graduação em Educação, Conhecimento e Sociedade que também participou do evento, mediando um grupo de discussão sobre “Saúde mental na educação superior: um olhar integral para o cuidado com a comunidade acadêmica”. “Essa participação representou e mostrou a Univás em uma das temáticas que tem sido motivo de nossa preocupação e cuidado: o cuidado com a mente da comunidade acadêmica”, ressalta José Dias.

Dentre as inúmeras discussões ocorridas durante o FNESP vale destacar aquelas que estabeleceram tratativas sobre o sistema de formação em saúde com a integração de graduação, pós-graduação e residência médica: a saúde digital como diretriz curricular; Educação + Saúde e “mudanças de uma era e não mudança de época”.

Destaques ímpares ocorreram sobre a adaptação emocional para formação de pessoas críticas com autonomia sem terceirização para a “máquina”. Foram apresentados e discutidos aperfeiçoamentos recursivos, suplantando os “riscos” com o novo sistema que poderia ultrapassar a capacidade humana. Como suplantar a máquina? Por meio do investimento no ensino/educação em “aprimorar pessoas”.
A verdadeira riqueza da Universidade foi abordada: aquela que independe de patrimônio e está profundamente envolvida com o conhecimento e a sua transformação alquímica em sabedoria, promovendo valores acumulados e compartilhados, resgatando os “poetas para momentos duros”.
Desafios de grande escala se estabeleceram, pensando diferente dos grandes modelos de educação e investindo em políticas públicas e inovações juntas: abrindo espaço para um ensino superior que transforma formando os educadores que estarão ativos no século XXII. “Outra temática muito desenvolvida foi o interesse necessidade na tecnologia com o objetivo de melhorar, de maneira incisiva, a aprendizagem. Essa dimensão coloca-se como transversal ao processo educativo e não se estabelece em formato pronto, mas sim ao estabelecer o aprendizado com a própria prática. Formarmos equipe de professores como mediadores tecnológicos: designers institucionais na atual e futura pedagogia digital”, conclui José Dias.