PPGPCAS promove atividade de extensão sobre IA, Inovação e Tecnologia

14/10/2026

Atividade uniu fundamentação teórica e prática do uso de circuitos e sensores voltados para lesões teciduais, área de concentração do PPGPCAS, em parceria com a engenheira biomédica Rita Elizabeth, do E-Health do Inatel

 

O Programa de Pós-Graduação Profissional em Ciências Aplicadas à Saúde (PPGPCAS) da Univás promoveu a atividade de extensão “Do Problema ao Protótipo: IA, Inovação e Tecnologia Aplicada à Saúde”, que reuniu, em um mesmo ambiente de aprendizagem, estudantes do ensino médio, acadêmicos da graduação e alunos da pós-graduação. A iniciativa foi organizada pelo doutorando Me. Jonas Isac da Rosa, que cursa o último ano do Doutorado Profissional em Ciências Aplicadas à Saúde, em conjunto com o Prof. Dr. Geraldo Magela Salomé e a Profa. Dra. Adriana Rodrigues dos Anjos Mendonça, que são seus orientadores em um projeto de desenvolvimento de protótipo para a saúde.

Organizador e ministrante do minicurso, professor e aluno de doutorado, Jonas Isac da Rosa

A proposta, alinhada à missão do PPGPCAS de produzir conhecimento aplicado e gerar produtos que respondam a problemas reais da saúde, foi aproximar diferentes níveis de formação e mostrar, na prática, como a pesquisa científica e a tecnologia podem contribuir para o cuidado em saúde. A ação também reforça o papel do programa, que visa atender as novas tendências da pós-graduação stricto sensu de desenvolver atividades de extensão, para despertar o interesse na formação de novos pesquisadores e na integração entre pós-graduação, graduação e educação básica.Para isso, o curso foi dividido em dois momentos complementares.

 

Teoria pela manhã, prática à tarde

No período da manhã, a parte teórica foi ministrada pelo Me. Jonas Isac da Rosa, que apresentou os fundamentos da engenharia aplicada à saúde e a importância da pesquisa como base para o desenvolvimento de novas soluções.

Participantes do minicurso durante o período da manhã

À tarde, os participantes partiram para a prática com a engenheira biomédica Rita Elizabeth, do E-Health do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), parceira da atividade, que conduziu atividades com circuitos elétricos e sensores aplicados à saúde, explorando seu uso tanto na prevenção quanto na recuperação de doenças.

Rita Elizabeth, do E-Health do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), durante o minicurso

Atividade na construção da montagem de circuito elétrico usando o arduíno para mão robótica,

com interação entre alunos

A pesquisa do PPGPCAS como ponto de partida

Para os acadêmicos da graduação, o curso foi uma oportunidade de conhecer de perto o trabalho desenvolvido no PPGPCAS e de perceber como a pesquisa aplicada pode ser levada para diferentes áreas da saúde.

O acadêmico João Paulo Prinz destacou a importância de ter uma base fundamentada em pesquisa, como a que o programa proporciona. Segundo ele, participar da atividade foi muito significativo e, a partir dela, surgiram várias ideias de aplicação de sensores em dispositivos de reabilitação, como órteses e próteses.

O acadêmico de Enfermagem Igor Ribeiro Alfredo também participou da formação. 

Primeiro contato com a universidade

O curso também recebeu estudantes da Escola Estadual João Ribeira da Silva, da cidade de Gonçalves (MG). Para uma das alunas participantes, a experiência foi a oportunidade de conhecer de perto a rotina acadêmica.“Gostei muito da oportunidade de conhecer a Univás. Observei que ela fica ao lado do hospital, o que facilita muito o aprendizado. Gostei muito do modelo do curso, e entender a engenharia da saúde e conhecer os alunos de graduação e os professores me fez entender muito mais sobre a questão"

Participantes do minicurso, ministrado pelo doutorando Jonas Isac da Rosa, do PPGPCAS,

contando com alunos de pós-graduação, graduação e ensino médio

Pesquisa para todos

A atividade contou ainda com a presença do Prof. Dr. Ricardo da Silva Alves, docente do PPGPCAS. Na visão do professor, o encontro mostrou que a pesquisa pode e deve ser acessível a todos. Ele destacou a importância de envolver estudantes do ensino médio desde cedo no universo científico, para que compreendam como a pesquisa funciona na criação de inovação e soluções, e percebam que ela pode ser direcionada a gerar benefícios concretos para a comunidade.

Para o organizador da atividade, Me. Jonas Isac da Rosa, o resultado superou as expectativas.“Estou muito feliz com o resultado do curso. Eu não imaginava a grandeza do conhecimento que seria compartilhado e adquirido por todos. Quando fazemos pesquisa, é justamente para isso: entregar o melhor em educação e em saúde para todos”, afirmou.

Ao final do encontro, os participantes agradeceram ao professor Jonas Isac da Rosa pelo convite e pela oportunidade de integrar diferentes etapas da formação em uma experiência de aprendizado compartilhado.

 

 

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